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OS QUE SÃO SEUS E O SERVEM

E disse Deus: Haja firmamento no meio das águas e separação entre águas e águas. Fez, pois, Deus o firmamento e separação entre as águas debaixo do firmamento e as águas sobre o firmamento. E assim se fez. Gênesis 1.6-7 (ARA)

 

 

 

 

No segundo dia da Criação, Deus criou o firmamento não para ser um elemento divisor, mas sim um meio de comunicação, embora a altura em que os céus estão, sirva para lembrar a Sua total supremacia e a infinita distância que existe entre o homem e Ele. Ali o Senhor do universo estabeleceu depósitos de águas com os quais rega a terra e a faz frutificar, as águas envoltas nas nuvens cuidadosamente separadas daquelas que cobrem o mar e os rios. Que grande Deus é o nosso Deus que supre todas as Suas criaturas, mas aos que são Seus e O servem, com especial amor e zelo protege, abençoa e conforta!

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FÉ E OBRAS

Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei. Romanos 3.28 (ARA)

 

 

 

 

Enquanto a maioria das religiões estabelece certos deveres e atos de caridade a serem cumpridos para quem deseja ser aceito pela divindade, o cristianismo ensina que as boas obras não nos justificam perante Deus, e, embora importantes, elas não nos salvam, porém é a salvação pela fé que nos possibilita realizar as boas obras. E por que Deus nos salva só pela fé? Porque a fé elimina o orgulho do nosso esforço pessoal; exalta o que Deus tem feito em nós e por nós e não o que fazemos; reconhece que sozinhos não conseguimos obedecer às Suas leis, e se apoia na nossa relação com Ele, e não no que possamos fazer para Ele!

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EXEMPLO CABAL DE JUSTIÇA

Disse aos juízes: Vede o que fazeis, porque não julgais da parte do homem, e sim da parte do SENHOR (…), porque não há no SENHOR, nosso Deus, injustiça, nem parcialidade, nem aceita ele suborno. 2 Crônicas 19.6-7 (ARA)

 

 

 

 

Nestes tempos repletos de injustiça é oportuno que relembremos os verdadeiros e eternos princípios que devem seguir os juízes, estabelecidos por Deus no reinado do bom rei Josafá, que reinou em Israel no século IX a.C.: cautela e prudência no agir, cuidando para não cometer erros ao seguir fielmente a lei; misericórdia e obediência aos preceitos divinos; consideração de que os poderes de que dispõem emanam do Senhor e que Seus olhos estão sobre eles; que o exemplo cabal de justiça a todos os magistrados é o Senhor em quem não há iniquidade, acepção de pessoas ou aceitação de vantagens indevidas.

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