SUPREMA BÊNÇÃO
“Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade.” Atos 2.45 (ARA)

Alguém disse que para um verdadeiro cristão deveria ser insuportável ter em demasia enquanto há quem nada tenha. Na Igreja Primitiva o egoísmo natural da condição humana decaída havia sido substituído pela plenitude do amor divino, e todos tinham a consciência de que eram para Cristo e Cristo era para eles, e assim sentiam-se enriquecidos por esta suprema bênção que, quanto mais compartilhavam, mais se multiplicava. Muitos argumentam que essa prática dos cristãos primitivos não tem mais lugar nos dias que vivemos, o que não é muito diferente de considerar desnecessário amar ao próximo como a nós mesmos!




