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MUITO MAIS

“… Chega-me, aqui, mais uma vasilha. Mas ele respondeu: Não há mais vasilha nenhuma. E o azeite parou.” 2 Reis 4.6 (ARA)

 

 

 

 

Por ordem do profeta Eliseu aquela mulher e seus filhos haviam emprestado dos vizinhos todas as vasilhas que puderam a fim de enchê-las miraculosamente com o azeite do único jarro que tinham e, quando já não havia mais recipientes a serem enchidos, o fluxo de azeite cessou. Deus age assim conosco também: Ele nos provê de tudo o que verdadeiramente necessitamos, na medida certa e durante todo o tempo que nossa carência perdure, desde que a nossa fé e disposição de obedecer-Lhe sejam como as daquela viúva, porque só Ele é capaz de nos conceder muito mais do que tudo o que pedimos ou imaginamos!

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A ROCHA DA NOSSA SALVAÇÃO

“… No princípio, Senhor, lançaste os fundamentos da terra, e os céus são obra das tuas mãos; eles perecerão; tu, porém, permaneces…”  Hebreus 1.10-11 (ARA)

 

 

 

 

Embora a criação do mundo e seu término oponham-se mutuamente, o Senhor Jesus Cristo, em igual proporção participa de ambos, como podemos constatar em Gênesis 1.1 e Apocalipse 21.1-2. A autoridade de Cristo, portanto, se estabelece sobre toda a criação, e Ele é a única segurança que temos em um mundo mutável que se encaminha para o fim, porque só Ele é imutável. Só nEle, pois, encontramos a segurança de que tanto necessitamos, porque nEle nos encontramos sobre o fundamento mais sólido que há em todo o universo, a rocha da nossa salvação que nos ama apesar de nada merecermos.

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O QUE DEUS FARÁ

“Disse o SENHOR a Moisés: Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem.” Êxodo 14.15 (ARA)

 

 

 

 

 

O Senhor preparava a travessia do Mar Vermelho pelo povo de Israel que, temeroso, questionava Moisés, embora este os exortasse a não temer e aquietar-se, para então ver o livramento que lhes seria dado pelo Todo-Poderoso (Êxodo 14). Algumas lições podemos extrair dessa passagem: Deus jamais remiria os Seus para depois deixá-los perecer, por isso fé e temor não podem coexistir; mesmo quando chamados a agir, a calma interior provinda da confiança e do descanso nas promessas de Deus deve prevalecer e, sobretudo, a fé autêntica não se importa com o que nossos inimigos farão, mas sim com o que Deus fará!

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